Pesquisa nas Definições por:

    calculo

    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    rato | adj.

    Confirmado, reconhecido....


    Que não se calculou ou que não se previu....


    calculado | adj.

    Que se calculou; que foi obtido através de cálculo....


    De modo estequiométrico (ex.: quantidades calculadas estequiometricamente)....


    abacista | n. 2 g.

    Pessoa que calcula por meio do ábaco....


    barquilha | n. f.

    Antigo instrumento com uma tabuinha lançada à água para calcular a velocidade de andamento do navio....


    bdelómetro | n. m.

    Instrumento destinado a sugar o sangue e que permite calcular a quantidade extraída e regular a emissão....


    caldinho | n. m.

    Caldo leve, pouco apurado (ex.: caldinho de feijão)....


    adipómetro | n. m.

    Instrumento para calcular a gordura corporal a partir da espessura de uma dobra cutânea....


    plicómetro | n. m.

    Instrumento para calcular a gordura corporal a partir da espessura de uma dobra cutânea....


    anata | n. f.

    Direitos de mercê pela investidura de um benefício, calculados no que ele rendia num ano....


    orça | n. f.

    Ato de orçar ou calcular....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.