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    calcificar

    periventricular | adj. 2 g.

    Que ocorre ou se localiza à volta de um ventrículo (ex.: lesão da substância branca periventricular; calcificações de distribuição periventricular)....


    torácico | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Do tórax ou a ele relativo (ex.: traumatismo torácico)....


    preditor | adj. | n. m.

    Que prediz ou serve para prever (ex.: fator preditor)....


    Ossificação anormal de tecidos moles do corpo, que tem dimensões muito reduzidas e que não é palpável, sendo visível apenas por meios radiológicos (ex.: microcalcificação benigna da mama; microcalcificações testiculares)....


    Relativo a ateroma ou que tem ateromas (ex.: calcificação ateromatosa da aorta)....


    calcificar | v. tr. | v. pron.

    Dar a consistência e cor de cal a....


    osteoide | adj. 2 g.

    Que é semelhante a osso....


    recalcificante | adj. 2 g.

    Que recalcifica ou que faz nova calcificação....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?