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    bufa-a

    tuadeira | adj. f. n. f.

    O mesmo que toadeira....


    chibo | n. m.

    Bode novo....


    peido | n. m.

    Gás que sai do intestino pelo ânus....


    truão | n. m.

    Indivíduo que fazia parte da corte dos reis e do pessoal dos nobres, para os divertir fazendo figuras ridículas....


    bufo | n. m.

    Designação comum a várias aves de rapina noturnas da família dos estrigídeos, geralmente do género Bubo....


    bufo | n. m. | adj.

    Indivíduo que fazia parte da corte dos reis e do pessoal dos nobres, para os divertir fazendo figuras ridículas....


    mosca | n. f. | n. 2 g.

    Designação comum a diversos insetos dípteros, de diversas famílias....


    ópera | n. f.

    Peça dramática desempenhada em canto acompanhado de música....


    bufadeira | n. f.

    Tubo por onde os gases dos motores de explosão saem para o exterior (ex.: o carro tem duas bufadeiras)....


    corujão | n. m.

    Designação comum a várias aves de rapina noturnas da família dos estrigídeos, geralmente do género Bubo....


    grão-duque | n. m.

    Título de certos príncipes soberanos....


    serena | n. f.

    Espécie de batedeira, de movimento muito sereno, para fazer manteiga....


    bufa | n. f. | n. f. pl.

    Ventosidade expelida pelo ânus....


    bufeira | n. f.

    Soberba; orgulho; farronca....


    bufido | n. m.

    Som produzido ao bufar....


    bufo | n. m.

    Ação de bufar....


    bobo | n. m. | adj. n. m. | adj.

    Indivíduo que fazia parte da corte dos reis e do pessoal dos nobres, para os divertir fazendo figuras ridículas....


    bufo | n. m.

    Designação vulgar do género de batráquios a que pertence o sapo....


    bufonídeo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo aos bufonídeos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?