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    brochadas

    escopeira | n. f.

    Brocha para alcatroar navios....


    sobrebrocha | n. f.

    A correia maior que se liga às brochas (nos carros de bois)....


    fíbula | n. f.

    Alfinete ou fivela para prender o vestuário....


    firmal | n. m. | n. m. pl.

    Presilha larga ou espécie de broche usado para unir uma peça de roupa....


    fivela | n. f.

    Peça de metal, geralmente redonda ou quadrangular, com fuzilhão para apertar correias, presilhas das calças, etc....


    mossa | n. f. | n. f. pl.

    Sinal deixado por pancada ou pressão forte....


    tacha | n. f.

    Mancha ou marca de sujidade....


    boquete | n. m.

    Prática sexual que consiste em estimular o pénis com a boca ou com a língua. [Equivalente no português de Portugal: broche.]...


    alçado | adj. | n. m.

    Cujas folhas se encontram ordenadas para serem brochadas ou encadernadas....


    clâmide | n. f.

    Manto dos antigos gregos, seguro ao pescoço por um broche ou sobre o ombro direito....


    costura | n. f.

    Ato ou efeito de coser....


    broche | n. m.

    Joia ou adorno com um alfinete para prender como enfeite na roupa ou para prender um xaile ou lenço....


    brocho | n. m.

    Peça de metal em forma de cabeça de cravo, usada para guarnecer as pastas das encadernações dos livros grandes....


    brochura | n. f.

    Arte de brochar livros....


    pregadeira | n. f.

    Almofadinha em que se pregam alfinetes e agulhas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?