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    brasil

    abombado | adj.

    Cansado; arquejante; esfalfado....


    adestra | adv.

    Ao lado; de reforço....


    acaboclado | adj.

    Que tem origem, cor, modos ou feições de caboclo....


    Tornado chamorro; semelhante a chamorro....


    agalhudo | adj.

    Esforçado; forte; audacioso, ousado....


    aguateiro | adj.

    Diz-se do animal que transporta água....


    aí | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    aicuna | interj.

    Expressão que designa prazer, entusiasmo, admiração ou surpresa....


    aijuna | interj.

    Expressão que designa prazer, entusiasmo, admiração ou surpresa....


    airado | adj.

    Aéreo, desvairado....


    agauchado | adj.

    Com jeito e ares de gaúcho....


    alemoado | adj.

    Que tem aspeto germânico ou contraiu hábitos de alemão....


    amilhado | adj.

    Designativo do animal alimentado com milho....


    Diz-se de fêmea que se tornou estéril, ainda que temporariamente....


    Diz-se do cavalo que é manso sem ter sido montado....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?