Pesquisa nas Definições por:

    bombardeando

    cirúrgico | adj.

    Relativo à cirurgia (ex.: instrumentos cirúrgicos; intervenção cirúrgica)....


    escombro | n. m.

    O que resta de uma demolição ou desabamento (ex.: o bombardeamento reduziu tudo a escombros; a cidade era um gigantesco escombro). [Mais usado no plural.]...


    fabrico | n. m.

    Ato ou arte de fabricar....


    fissão | n. f.

    Ato ou efeito de fender....


    neutrão | n. m.

    Partícula eletricamente neutra (símbolo: n) que existe em todos os núcleos de átomos, exceto no do hidrogénio (ex.: os neutrões produzidos pela desintegração de certos elementos servem para bombardear outros cuja transmutação efetuam)....


    tecnécio | n. m.

    Elemento químico (símbolo: Tc), de número atómico 43, de massa atómica 98,90, obtido artificialmente através do bombardeamento do molibdénio com deutões....


    objetivo | adj. | n. m.

    Relativo a objeto (ex.: realidade objetiva)....


    acanhoar | v. tr.

    Disparar tiros de canhão contra....


    bombardear | v. tr.

    Atacar uma praça batendo-a com projéteis explosivos....


    bombear | v. tr.

    Dar forma bojuda a....


    canhonear | v. tr.

    Disparar tiros de canhão contra....


    contrabater | v. tr.

    Responder ao bombardeio inimigo....


    metralhar | v. tr.

    Disparar metralha ou metralhadora (ex.: o bimotor metralhou o castelo)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.