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    bloquinho

    errático | adj.

    Que erra ou que não tem destino certo (ex.: percurso errático)....


    Que é relativo às condições térmicas e acústicas (ex.: isolamento termoacústico)....


    alvenaria | n. f.

    Ofício de alvenel ou de pedreiro....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    iglu | n. m.

    Cabana que os esquimós constroem com compactos blocos de gelo....


    monolitismo | n. m.

    Caráter do que forma um bloco, um conjunto impenetrável....


    Operação que consiste na aglomeração e compactação de pós ou partículas muito pequenas, a altas temperaturas, mas abaixo da temperatura de fusão, para obter blocos ou peças sólidas (ex.: sinterização de materiais cerâmicos, sinterização de minério de ferro)....


    flabelo | n. m.

    Leque ou ventarola....


    tacelo | n. m.

    Cada uma das peças de que se compõe a forma de uma estátua, de um modelo, etc. (ex.: tacelo de gesso)....


    carnê | n. m.

    Pequeno bloco de apontamentos....


    bloqueio | n. m.

    Ato ou efeito de bloquear....


    neutralismo | n. m.

    Doutrina que implica a recusa de se integrar num dos grandes blocos políticos e ideológicos do mundo....


    Sólido terminado por seis paralelogramos, sendo os opostos iguais entre si....


    tasselo | n. m.

    Cada uma das peças de que se compõe a forma e em que se vaza o material para se extraírem estátuas, baixos-relevos ou outros objetos de arte (ex.: tasselo de gesso)....


    telejornal | n. m.

    Bloco de notícias transmitidas pela televisão, geralmente acompanhado de imagens dos factos principais....


    maciço | adj. | n. m.

    Compacto, sem cavidades....


    abre-alas | n. m. 2 núm.

    Carro alegórico, adorno ou dístico que inicia o desfile de uma escola de samba ou de um bloco carnavalesco (ex.: à frente vai o abre-alas do bloco)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?