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    assoardes-no-la

    assuada | n. f.

    Ajuntamento de pessoas para provocarem desordem ou delitos....


    lenço | n. m.

    Peça quadrada de tecido ou de papel com que se assoa o nariz ou limpa o suor do rosto, das mãos....


    assoar | v. tr. | v. pron.

    Limpar o nariz das mucosidades....


    assuar | v. tr.

    Insultar com vaias....


    esmoncar | v. tr.

    Limpar moncos ou muco do nariz....


    limpar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Tirar a uma coisa ou a si aquilo que suja, nomeadamente lavando, esfregando, sacudindo, escovando, varrendo, etc. (ex.: limpar a mesa; limpou-se com uma escova)....


    moncar | v. intr.

    Limpar moncos ou muco do nariz....


    trombetear | v. intr. | v. tr.

    Tocar trombeta....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?