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    arribando-ta

    leva-arriba | interj.

    Designativa para mandar levantar ou para fazer acordar....


    paparriba | adv.

    De barriga para o ar (ex.: deitado paparriba)....


    arribas | n. f. pl.

    Ribas; encostas que marginam o rio....


    falésia | n. f.

    Costa com rochas escarpadas batidas pelo mar....


    galispo | n. m. | adj.

    Galo pequeno....


    codorna | n. f.

    Designação dada a várias espécies de aves galiformes da família dos fasianídeos, do género Coturnix, menores que a perdiz e de cauda muito curta....


    codorniz | n. f.

    Designação dada a várias espécies de aves galiformes da família dos fasianídeos, do género Coturnix, menores que a perdiz e de cauda muito curta....


    riba | n. f. | adv.

    Margem elevada de rio....


    ribanceira | n. f.

    Margem elevada de um curso de água....


    Ave passeriforme (Emberiza hortulana) da família dos emberizídeos, com a cabeça esverdeada, a garganta amarela e o ventre avermelhado ou acastanhado, que é ave de arribação em Portugal....


    alcaravão | n. m.

    Ave pernalta de arribação, da família dos burinídeos (Burhinus oedicnemus), de tamanho médio, com plumagem acastanhada raiada, pernas longas, bico curto e olhos grandes....


    ave | n. f.

    Animal vertebrado, ovíparo, de respiração pulmonar, sangue quente, pele coberta de penas. (Os membros posteriores servem-lhe para andar e os anteriores, ou asas, para voar; tem bico córneo e desdentado.)...


    ave-fria | n. f.

    Ave pernalta caradriiforme (Vanellus vanellus) de arribação, da família dos caradriídeos, de dorso esverdeado, abdómen e peito brancos, manchas brancas faciais e penacho comprido....


    avetoninha | n. f.

    Ave pernalta caradriiforme (Vanellus vanellus) de arribação, da família dos caradriídeos, de dorso esverdeado, abdómen e peito brancos, manchas brancas faciais e penacho comprido....


    rabaçã | n. f.

    Espécie de pomba também chamada pomba de arribação....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?