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    aptos

    apto | adj.

    Capaz, hábil....


    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    hábil | adj. 2 g.

    Que trabalha ou executa algo com perfeição e certa ligeireza....


    idóneo | adj.

    Que é apropriado para alguma coisa....


    inapto | adj.

    Não apto; inábil....


    inidóneo | adj.

    Que não serve para, que não convém....


    robusto | adj.

    Forte, vigoroso, apto para resistir às fadigas (pessoa ou animal)....


    HDMI | sigla

    Interface de transmissão digital de áudio e vídeo, apto para conduzir dados não comprimidos....


    aptamente | adv.

    De modo apto; com aptidão (ex.: conceitos aptamente descritos pelo autor)....


    puberdade | n. f.

    Idade em que o indivíduo adquire maturidade sexual e se torna apto para a procriação....


    sola | n. f.

    Couro curtido do boi para calçado, etc....


    escrete | n. m.

    Equipa formada por um grupo de atletas selecionados por serem considerados os melhores ou os mais aptos (ex.: escrete canarinho)....


    Idade em que o indivíduo adquire maturidade sexual e se torna apto para a procriação....


    arval | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo a terras cultivadas....


    seleção | n. f.

    Equipa formada por um grupo de atletas ou jogadores escolhidos, geralmente por um país, por serem considerados os melhores ou os mais aptos (ex.: seleção de futebol; seleção de judo; seleção nacional)....


    selecionado | adj. | n. m.

    Equipa formada por um grupo de atletas escolhidos por serem considerados os melhores ou os mais aptos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?