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    aprenderam-mo

    aí | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    De forma prática (ex.: aprendemos praticamente)....


    indocível | adj. 2 g.

    Que aprende com dificuldade; que não é facilmente ensinado....


    eumático | adj.

    Relativo a eumatia ou a facilidade de aprender....


    bê-á-bá | n. m.

    Exercício de soletração....


    paleógrafo | n. m.

    O que é versado em paleografia ou se ocupa dela....


    psitacismo | n. m.

    Discurso que alinhava frases ocas....


    repente | n. m.

    Ato espontâneo e irrefletido (ex.: teve um repente colérico e abandonou a reunião)....


    sincretismo | n. m.

    Sistema filosófico ou religioso que combina princípios de diversas doutrinas....


    discência | n. f.

    Estado de quem aprende ou de quem é discente ou aprendente....


    Forma de aprender por si mesmo (ex.: promoção da capacidade de autoaprendizagem e do espírito crítico)....


    heutagogia | n. f.

    Conjunto de métodos para aprender por si, sem recurso a professores....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.