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    apoquentei-mo

    massacrante | adj. 2 g.

    Que causa sofrimento psicológico ou físico; que causa massacre....


    raleira | n. f.

    Apoquentação, preocupação, ralação....


    ralação | n. f.

    Ato ou efeito de ralar ou triturar....


    Ato ou efeito de apoquentar ou apoquentar-se....


    amofinação | n. f.

    Ato de amofinar ou de causar aborrecimento ou incómodo....


    amofinado | adj.

    Que se amofinou ou que sente aborrecimento, incómodo ou preocupação....


    afligir | v. tr., intr. e pron. | v. tr.

    Causar ou sentir aflição ou inquietação....


    amofinar | v. tr. e pron.

    Causar ou sentir aborrecimento, incómodo ou preocupação....


    amolar | v. tr. | v. pron. | v. tr., intr. e pron.

    Afiar no rebolo....


    aperrear | v. tr. | v. tr. e pron.

    Tratar como a um cão....


    apoquentar | v. tr. | v. pron.

    Afligir, incomodar....


    aporrinhar | v. tr. e pron.

    Causar ou sentir aborrecimento....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?