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    anulo-te

    anulante | adj. 2 g.

    Que tem virtude de anular....


    anulável | adj. 2 g.

    Que pode ou deve ser anulado....


    cricoide | adj. 2 g.

    Diz-se de uma cartilagem anular da laringe....


    dirimente | adj. 2 g.

    Que dirime, que anula um ato realizado....


    irritável | adj. 2 g.

    Que se irrita facilmente; irascível....


    írrito | adj.

    Que fica sem efeito ou validade....


    semianular | adj. 2 g.

    Que tem forma de meio anel....


    desmotivante | adj. 2 g.

    Que anula ou reduz a motivação; que desmotiva (ex.: o processo foi longo e desmotivante)....


    rescindente | adj. 2 g.

    Que rescinde (ex.: efeito rescindente)....


    cassado | adj.

    Que se cassou ou se tornou nulo ou sem efeito....


    armila | n. f. | n. f. pl.

    Círculo, aro....


    dedo | n. m.

    Cada um dos prolongamentos articulados que terminam as mãos e os pés do homem e as extremidades de outros animais....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?