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    amnistiar

    amnistia | n. f.

    Ato do poder legislativo que perdoa um facto punível, suspende as perseguições e anula as condenações....


    amnistiado | adj. n. m.

    Que ou quem obteve amnistia....


    agraciar | v. tr. | v. pron.

    Amnistiar, indultar....


    assimilar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tornar ou ficar semelhante ou similar (ex.: tentou assimilar os procedimentos; os dois casos assimilam-se muito)....


    perdoar | v. tr. e intr.

    Conceder perdão, absolver da pena....


    amnistiável | adj. 2 g.

    Que pode ser amnistiado (ex.: este crime não é amnistiável)....


    amnistiante | adj. 2 g.

    Que confere amnistia (ex.: medida amnistiante)....


    amnistiador | adj. n. m.

    Que ou o que concede amnistia (ex.: lei amnistiadora; não houve nenhum amnistiador)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?