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    alinhe-a

    Que tem uma justificação, razão ou explicação (ex.: um resgate da dívida politicamente mal justificado deu azo a perguntas indiscretas por parte da oposição)....


    alinhado | adj.

    Que se assemelha ao linho (ex.: algodão alinhado; tecido alinhado)....


    arranjo | n. m.

    Ato ou efeito de arranjar....


    arreata | n. f.

    Corda ou cabresto com que se puxam ou se atam à manjedoura as cavalgaduras....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    direção | n. f.

    Ato ou efeito de dirigir ou de se dirigir....


    psitacismo | n. m.

    Discurso que alinhava frases ocas....


    renga | n. f.

    Alinhamento sequencial de seres ou coisas....


    renque | n. m.

    Alinhamento sequencial de seres ou coisas....


    saliente | adj. 2 g. | n. m.

    Que sobressai, que sai do plano em que assenta (ex.: olhos salientes)....


    sobrescrito | n. m.

    Invólucro de carta ou ofício em que se escreve a morada e o nome do destinatário....


    xigubo | n. m.

    Dança tradicional do sul de Moçambique, executada ao som de tambores por dançarinos com adereços guerreiros, alinhados geralmente em duas filas....


    asseio | n. m.

    Estado de limpeza agradável à vista....


    jalão | n. m.

    Bandeirola para alinhamentos e agrimensura....


    marca | n. f.

    Ato ou efeito de marcar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.