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    alienei-te

    inalienável | adj. 2 g.

    Que não pode ser alienado ou transmitido a outrem....


    mão-morta | n. f.

    Propriedade de um bem que não pode ser transmitido ou alienado (ex.: bens de mão-morta; corporação de mão-morta)....


    alheio | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que é de outro....


    alienação | n. f.

    Ato ou efeito de alienar ou de se alienar....


    alienista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo a alienismo ou ao tratamento de alienados....


    laudémio | n. m.

    Pensão paga pelo enfiteuta ao senhorio direto quando aliena o prédio....


    Ato ou efeito de desalienar ou de se desalienar....


    alienamento | n. m.

    Ato ou efeito de alienar ou de se alienar....


    logo | adv. | conj. | n. m.

    Dentro de pouco tempo; sem demora....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.