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    ajuizardes-te

    ajuizado | adj.

    Que mostra ter juízo....


    ajuizável | adj. 2 g.

    De que se pode ajuizar....


    prova | n. f.

    O que serve para estabelecer a verdade de um facto ou de asserção....


    presságio | n. m.

    Sinal pelo qual se ajuíza ou se conjetura do futuro....


    porra-louca | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou aquele que age de maneira irresponsável ou desregrada....


    ajuizador | adj. n. m.

    Que ou aquele que ajuíza; avaliador; árbitro....


    insensato | adj. n. m.

    Que ou aquele que demonstra insensatez....


    avisado | adj.

    Que se avisou ou que recebeu aviso....


    ajuizar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Formar juízo de....


    bater | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr. | v. pron. | n. m.

    Dar pancadas em algo ou alguém....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?