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    agrupadora

    junto | adj. | adv.

    Que se juntou; que está em contacto físico com (ex.: tinha de ter as mãos juntas para o jogo)....


    grupado | adj.

    O mesmo que agrupado....


    composição | n. f.

    Todo proveniente da reunião de partes....


    conjunto | adj. | n. m.

    Intimamente unido....


    galilé | n. f.

    Alpendre à entrada de algumas igrejas....


    juntouro | n. m.

    O mesmo que juntoura....


    kibbutz | n. m.

    Herdade israelita de exploração coletiva....


    pagode | n. m.

    Templo de Brama ou de Buda....


    sindicato | n. m.

    Agrupamento de uma classe profissional para defesa dos seus interesses económicos, laborais e sociais....


    trocisco | n. m.

    Medicamento sólido, composto de substâncias pulverizadas, e que tem forma redonda, cónica, piramidal, cúbica ou outra....


    trust | n. m.

    Sindicato de especuladores instituído com o fim de determinar a alta do preço de um valor ou de uma mercadoria, açambarcando-os....


    combretácea | n. f. | n. f. pl.

    Espécime das combretáceas....


    pelotão | n. m.

    Subdivisão de uma companhia....


    brigada | n. f.

    Agrupamento de tropas, composto, pelo menos, de dois regimentos de infantaria, com artilharia, aviação, etc....


    cartel | n. m.

    Carta ou mensagem de desafio ou de provocação; repto escrito....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?