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    adapta-mo

    servil | adj. 2 g.

    Relativo a servo ou próprio dele (ex.: condição servil; trabalho servil)....


    coaptado | adj.

    Que foi unido ou aproximado para coaptação....


    morato | adj.

    Bem organizado....


    Amigo de toda a gente; o mesmo é dizer: amigo de ninguém; Molière (Misanthrope, I, 1) adaptou esta frase: «L'ami du genre humain n'est point du tout mon fait»....


    xeromorfo | adj.

    Que tem características para se adaptar a lugares secos....


    Que tem características para se adaptar a lugares secos....


    Relativo a escotopia ou à adaptação da visão à baixa luminosidade (ex.: visão escotópica)....


    Que tem uma ampla distribuição geográfica ou se adapta a qualquer meio....


    -ção | suf.

    Indica ação ou o seu efeito e forma geralmente nomes femininos a partir de verbos (ex.: adaptação; perseguição; vocalização)....


    abelharuco | n. m.

    Ave (Merops apiaster) migradora da família dos meropídeos, de garganta amarela, peito e ventre azulados, dorso avermelhado e máscara preta sobre os olhos....


    arranjo | n. m.

    Ato ou efeito de arranjar....


    encastalho | n. m.

    Rebaixo (em que se adapta a saliência de outra peça)....


    esclerose | n. f.

    Endurecimento patológico dos tecidos....


    justura | n. f.

    Ato de justar ou ajustar....


    melógrafo | n. m.

    Aquele que escreve ou copia música....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.