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    abusando-o

    Porque sou o mais forte; argumento do leão, numa fábula de Fedro, para se atribuir o primeiro quinhão da presa; aplica-se àquele que abusa da sua força e da sua autoridade....


    Conselho de moderação, aplicável a todas as coisas....


    Máxima do direito antigo que afirma que o abuso que se pode fazer de uma coisa não deve obrigar necessariamente a abstermo-nos dela....


    absintismo | n. m.

    Doença causada pelo abuso do absinto....


    abuso | n. m.

    Ato ou efeito de abusar....


    demagogia | n. f.

    Preponderância do povo na forma do governo....


    boca-livre | n. m. ou f.

    Festa ou lugar de entrada livre com comida e bebida grátis....


    carnismo | n. m.

    Abuso da carne na alimentação....


    hidrargiria | n. f.

    Erupção cutânea proveniente da aplicação de medicamentos mercuriais....


    Intoxicação ou estado patológico proveniente do contacto ou do abuso do mercúrio....


    hidrargirose | n. f.

    Intoxicação ou estado patológico proveniente do contacto ou do abuso do mercúrio....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?