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    abril

    aprilino | adj.

    Relativo ao mês de abril....


    abrilino | adj.

    Relativo ao mês de abril....


    abrileiro | adj.

    Relativo ao mês de abril....


    interanual | adj. 2 g.

    Que se estabelece ou se realiza dentro do mesmo ano ou dentro do período de 12 meses (ex.: a inflação interanual de abril do ano passado a abril deste ano ficou nos 4,3%; variação interanual)....


    germinal | adj. 2 g. | n. m.

    Sétimo mês do calendário da primeira República Francesa (21 de março a 19 de abril)....


    fordicídio | n. m.

    Sacrifício de uma vaca prenhe, que se efetuava entre os romanos, a 20 de abril....


    regedor | n. m. | adj.

    Antiga autoridade administrativa de uma freguesia civil (extinta com o advento do 25 de abril de 1974)....


    montanheiro | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Diz-se de porco criado com bolotas caídas entre outubro e abril....


    retornado | adj. n. m.

    Que ou quem, tendo emigrado para os territórios ultramarinos portugueses ou sendo descendente de emigrantes nesses territórios, veio para Portugal, especialmente após a Revolução de 25 de abril de 1974 (ex.: integração das populações retornadas; bairro de retornados)....


    abril | n. m.

    Quarto mês do ano civil. ...


    floreal | adj. 2 g. | n. m.

    Oitavo mês do calendário da primeira República Francesa (de 20 de abril a 20 de maio). [Com inicial maiúscula.]...


    revolução | n. f.

    O mesmo que revolução do 25 de Abril. (Geralmente com inicial maiúscula.)...


    abrilada | n. f.

    Ato praticado ou evento ocorrido em abril....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?