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    abrigava

    abrigado | adj.

    Livre da intempérie....


    aprico | adj.

    Exposto ao sol (ex.: pátio aprico)....


    lapidícola | adj. 2 g.

    Que vive entre pedras ou se abriga nas fendas e anfractuosidades das pedras....


    recolhido | adj.

    Que se obteve ou recebeu; arrecadado....


    sub jove | loc.

    Ao ar livre, ao relento, sem o abrigo de um teto (ex.: dormir sub Jove)....


    canopial | adj. 2 g.

    Diz-se de arco ondulado composto por pelo menos quatro segmentos de arco que geram duas curvas convexas em baixo e duas curvas côncavas em cima, convergindo num vértice....


    antinuclear | adj. 2 g.

    Que se opõe ao uso de armas nucleares ou da energia nuclear (ex.: manifestantes antinucleares; protesto antinuclear)....


    antirradiação | adj. 2 g. 2 núm.

    Que protege da radiação (ex.: abrigo antirradiação; fatos e máscaras antirradiação)....


    abrigo | n. m.

    Lugar de refúgio contra a intempérie....


    argonauta | n. m.

    Tripulante lendário da nau Argo, na qual, segundo a lenda, os argonautas foram à conquista do Velo de Ouro....


    cala | n. f. | n. m.

    Enseada estreita entre rochedos....


    encame | n. m.

    Malhada onde se abriga o javali....


    furda | n. f.

    Casa rústica e tosca....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.