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    abrangei-tos

    complectível | adj. 2 g.

    Que pode ser abrangido ou abraçado....


    desabafado | adj.

    Desafogado; sereno, tranquilo (espírito)....


    inclusivo | adj.

    Que inclui, que abrange....


    multígeno | adj.

    Que abrange diferentes géneros ou espécies....


    periodal | adj. 2 g.

    Que abrange o espaço de um período....


    abrangente | adj. 2 g.

    Que contém, engloba, reúne....


    médio-oriental | adj. 2 g.

    Relativo ao Médio Oriente, região que abrange os países da Ásia mais ocidental e que pode incluir também a Turquia e alguns países do Norte de África....


    paisagem | n. f.

    Extensão de território que se abrange com um lance de vista....


    articulado | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que se articulou....


    braçada | n. f.

    Porção de coisas que se podem abranger com os braços....


    braçado | n. m.

    Porção de coisas que se podem abranger com os braços....


    colchete | n. m.

    Par de peças de metal que serve para abotoar, composta de gancho (macho) e de olhal (fêmea)....


    irredentismo | n. m.

    Doutrina seguida em vários países que aspira a abranger regiões de outros Estados com quem tem afinidades de língua, costumes e raça....


    mancheia | n. f.

    Porção de coisas que a mão pode abranger....


    manhuça | n. f.

    Conjunto de coisas que se podem abranger na mão sem as esconder....


    manhuço | n. m.

    Conjunto de coisas que se podem abranger na mão sem as esconder....


    universal | adj. 2 g. | n. m.

    Que abrange tudo....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?