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    abraceis

    amplexicaule | adj. 2 g.

    Diz-se da folha ou doutra parte da planta que abraça o caule....


    complectível | adj. 2 g.

    Que pode ser abrangido ou abraçado....


    maternal | adj. 2 g.

    Relativo a ou próprio de mãe (ex.: zelo maternal)....


    abraçadeira | n. f.

    Chapa de ferro para reforçar vigas ou paredes....


    abraço | n. m.

    Ato de abraçar, de apertar entre os braços, geralmente em demonstração de amor, gratidão, carinho, amizade, etc....


    Abraço carinhoso, geralmente muito apertado....


    chi | n. m.

    Abraço carinhoso, geralmente muito apertado....


    amplexo | n. m.

    Ato de abraçar, de apertar entre os braços, geralmente em demonstração de amor, gratidão, carinho, amizade, etc....


    enlace | n. m.

    Ato ou efeito de enlaçar....


    gavinha | n. f.

    Cada um dos apêndices filiformes da videira e outras plantas sarmentosas e trepadeiras....


    moslemita | n. 2 g.

    Pessoa que deixou o Cristianismo para abraçar o Islamismo....


    prosélito | n. m.

    Pagão que abraçava religião diferente da sua....


    acolada | n. f.

    Abraço a quem é ordenado cavaleiro que se segue ao toque com a espada no ombro....


    clinche | n. m.

    Parte de um combate de boxe ou de algumas outras lutas em que o lutador abraça o adversário para lhe impedir os golpes; luta corpo a corpo....


    clinch | n. m.

    Parte de um combate de boxe ou de algumas outras lutas em que o lutador abraça o adversário para lhe impedir os golpes; luta corpo a corpo....


    cantadoira | n. f.

    Cada um dos paus verticais que abraçam o eixo dos carros de bois....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?