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    abismei

    abismal | adj. 2 g.

    Relativo a abismo....


    abissal | adj. 2 g.

    Relativo ao abismo....


    Que se situa ou se encontra aproximadamente de 4000 a 6000 metros de profundidade abaixo da superfície do mar (ex.: organismos abissopelágicos; zona abissopelágica)....


    abismo | n. m.

    Grande profundidade que se supõe insondável e tenebrosa....


    báratro | n. m.

    Lugar em que há uma grande profundidade ou uma grande depressão abrupta....


    Instrumento para medir a velocidade das correntes marítimas e determinar a sua direção....


    cenote | n. m.

    Depressão circular inundada de água, geralmente em terrenos calcários cársicos, que resulta da dissolução química das rochas ou de erosão subterrânea; dolina inundada....


    mar | n. m.

    Massa líquida que circunda os continentes (oceano), ou os penetra (mar interior)....


    origma | n. m.

    Abismo em que se precipitavam os criminosos em Atenas....


    algar | n. m.

    Cova ou barranco cavado pelas chuvas ou pelas torrentes....


    lerna | n. f.

    Abismo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?