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    abdicas

    abdicação | n. f.

    Ato de abdicar, renúncia; cedência....


    ainsa | n. m.

    Princípio indiano, em especial da religião jainista, que pretende abdicar de qualquer violência ou dano contra qualquer ser vivo....


    abdicador | adj. n. m.

    Que ou aquele que abdica....


    abdicante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou aquele que abdica....


    abdicativo | adj.

    Relativo a abdicação ou pelo qual se abdica (ex.: ato voluntário abdicativo; renúncia abdicativa)....


    abdicar | v. tr.

    Renunciar o poder soberano....


    demitir | v. tr. | v. pron.

    Tirar um cargo a....


    depor | v. tr. | v. pron.

    Pôr de parte....


    prescindir | v. tr.

    Desistir da posse de algo ou passar sem; pôr de parte (ex.: não prescindimos dos nossos direitos)....


    renunciar | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr.

    Desistir daquilo a que se tem direito....


    resignar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. pron.

    Desistir de alguma coisa, geralmente em favor de outrem....


    setembrizada | n. f.

    Revolta ocorrida em Pernambuco, de 14 a 16 de setembro de 1831, no período após a abdicação de D. Pedro I. (Com inicial maiúscula.)...


    setembrada | n. f.

    Revolta ocorrida em Pernambuco, de 14 a 16 de setembro de 1831, no período após a abdicação de D. Pedro I. (Com inicial maiúscula.)...


    abrilada | n. f.

    Ato praticado ou evento ocorrido em abril....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?