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    Valha-Mos

    impagável | adj. 2 g.

    Que não pode ou não deve pagar-se....


    nulo | adj. | n. m.

    Que nada vale; que não tem efeito ou valor....


    válido | adj.

    Que tem as condições legais necessárias....


    vale | interj.

    Fórmula de despedida para dizer adeus com desejo de saúde a uma pessoa....


    Diz-se falando de resultados que valem menos pelo número do que pela importância....


    Expressão familiar com que se saúda um amigo ou com que se pergunta como passa de saúde....


    ut vales | loc.

    Expressão usada para perguntar a alguém como está....


    assim | adv. | conj.

    Deste (daquele ou desse) modo....


    barroqueira | n. f.

    Garganta funda, situada geralmente no centro de um vale....


    chavelho | n. m.

    Cada um dos apêndices duros que certos animais, sobretudo ruminantes, têm na cabeça....


    dine | n. m.

    Unidade de medida de forçado do sistema c.g.s. (símbolo: dyn), que vale 10-5 newton. (Equivalente no protuguês do Brasil: dina.)...


    denário | n. m. | adj.

    Moeda romana de prata....


    furão | n. m.

    Mamífero carnívoro (Mustela putorius furo), da família dos mustelídeos, de corpo longo e delgado, patas curtas, cabeça triangular, orelhas curtas e arredondadas, cauda e pelagem fofas, usado como auxiliar em certas caçadas para fazer sair os coelhos das tocas e, mais recentemente, como animal de estimação....


    fusa | n. f.

    Nota que vale metade de uma semicolcheia ou duas semifusas....


    galarim | n. m.

    Cortinado que circunda um andor, etc....


    garganta | n. f.

    Parte situada entre o esófago e a boca....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?