Pesquisa nas Definições por:

    volatilize-ma

    arsénio | n. m.

    Elemento químico metálico (símbolo: As), de número atómico 33, que se volatiliza ao fogo....


    fixo | adj. | n. m.

    Que não se move....


    sublimado | adj. | n. m.

    Que se sublimou....


    volatilizar | v. tr. e pron.

    Reduzir ou reduzir-se (o que é sólido ou líquido) a gás ou vapor....


    volatizar | v. tr.

    O mesmo que volatilizar....


    silício | n. m.

    Elemento químico (símbolo: Si), de número atómico 14, de massa atómica 28,086, de densidade 2,35, não-metal, que, no estado amorfo, tem uma cor castanha, e, no estado cristalizado, é de um cinzento chumbo. [O silício funde aproximadamente a 2 000 graus centígrados e volatiliza-se no forno elétrico.]...



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.