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    vibramos-mo

    nodal | adj. 2 g.

    Relativo a nó ou a nós....


    sonoro | adj.

    Que produz ou é capaz de produzir sons....


    vibrátil | adj. 2 g.

    Que vibra (ex.: células vibráteis; energia vibrátil; narrativa vibrátil)....


    altura | n. f. | n. f. pl.

    Dimensão de alto a baixo....


    diapasão | n. m.

    Extensão de voz ou do som de um instrumento....


    palanestesia | n. f.

    Abolição da sensibilidade tátil às vibrações....


    palheta | n. f. | n. f. pl.

    Lâmina ou pequena placa....


    palestesia | n. f.

    Sensibilidade às vibrações....


    pénula | n. f.

    Pena com que no século XIII os jograis tocavam cítara e com que, na Antiguidade, se faziam vibrar outros instrumentos....


    sismógrafo | n. m.

    Instrumento que mede a vibrações produzidas pelos tremores de terra....


    canoira | n. f.

    Peça de moinho, geralmente em forma de pirâmide invertida, de onde o grão vai caindo, por vibração, para a mó....


    acordeão | n. m.

    Instrumento composto de palhetas metálicas que entram em vibração por meio de um fole....


    astral | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo aos astros....


    dorneira | n. f.

    Peça de moinho, geralmente em forma de pirâmide invertida, de onde o grão vai caindo, por vibração, para a mó....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.