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    velhitos

    avelhado | adj.

    Que se vai tornando velho....


    cadimo | adj.

    Que acontece muitas vezes ou é de uso frequente....


    decrépito | adj.

    Que está na época da decrepidez....


    Cheio de tarambecos ou de trastes velhos....


    erado | adj.

    Diz-se do boi que completou quatro anos de idade....


    estafado | adj.

    Que se estafou; que não tem forças....


    inhenho | adj.

    Que revela falta de inteligência ou fracas faculdades intelectuais....


    rançoso | adj.

    Que tem ranço ou sabe a ranço (ex.: manteiga rançosa, óleo rançoso)....


    recente | adj. 2 g.

    Que tem pouco tempo (ex.: tecnologia recente)....


    revelho | adj.

    Muito velho; decrépito....


    senecto | adj.

    Que existe há muito tempo (ex.: senecta anedota)....


    serôdio | adj.

    Que vem no fim da estação própria....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?