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    validastes-tos

    válido | adj.

    Que tem as condições legais necessárias....


    tique | n. m.

    Sinal em forma de V, usado para efeitos de verificação ou validação numa lista de itens, respostas, etc....


    tico | n. m.

    Sinal em forma de V, usado para efeitos de verificação ou validação numa lista de itens, respostas, etc....


    asserção | n. f.

    Proposição que se julga verdadeira....


    privado | adj. | n. m.

    Que é condicionado ou reservado (ex.: acesso privado a um edifício)....


    bilhetagem | n. f.

    Sistema de emissão, venda e validação de bilhetes (ex.: bilhetagem eletrónica)....


    bioensaio | n. m.

    Experiência ou operação metódica para analisar, descrever ou testar determinada substância e os seus efeitos em seres vivos (ex.: a planta foi testada em bioensaio in vitro para atividade antitumoral; validação do bioensaio)....


    eunuco | n. m. | adj.

    Guardião castrado de um harém....


    nepote | n. m.

    Sobrinho do papa....


    bilhética | n. f.

    Sistema de emissão, venda e validação de bilhetes (ex.: bilhética eletrónica)....


    privança | n. f.

    Estado de quem é favorito ou valido; intimidade....


    validador | adj. n. m.

    Que ou o que valida (ex.: módulo validador; validador de títulos de transporte)....


    valido | adj. n. m.

    Que ou quem recebe favor ou proteção de um indivíduo rico ou poderoso....


    favorito | adj. n. m.

    Que ou o que é objeto da preferência de alguém....


    pupilo | n. m.

    Menor, geralmente órfão, que está sob a direção de um tutor....


    auditar | v. tr.

    Fazer a análise e a validação de atividade, informação ou processo; fazer auditoria a (ex.: auditar as contas de uma empresa; auditar um clube)....


    invalidar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tirar ou perder a validade....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?