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    valara-mas

    impagável | adj. 2 g.

    Que não pode ou não deve pagar-se....


    nulo | adj. | n. m.

    Que nada vale; que não tem efeito ou valor....


    valadio | adj.

    Em que há valas para receberem a água (ex.: terreno valadio)....


    vale | interj.

    Fórmula de despedida para dizer adeus com desejo de saúde a uma pessoa....


    Diz-se falando de resultados que valem menos pelo número do que pela importância....


    Expressão familiar com que se saúda um amigo ou com que se pergunta como passa de saúde....


    ut vales | loc.

    Expressão usada para perguntar a alguém como está....


    assim | adv. | conj.

    Deste (daquele ou desse) modo....


    barroqueira | n. f.

    Garganta funda, situada geralmente no centro de um vale....


    congosta | n. f.

    Rua estreita e longa....


    chavelho | n. m.

    Cada um dos apêndices duros que certos animais, sobretudo ruminantes, têm na cabeça....


    dine | n. m.

    Unidade de medida de forçado do sistema c.g.s. (símbolo: dyn), que vale 10-5 newton. (Equivalente no protuguês do Brasil: dina.)...


    furão | n. m.

    Mamífero carnívoro (Mustela putorius furo), da família dos mustelídeos, de corpo longo e delgado, patas curtas, cabeça triangular, orelhas curtas e arredondadas, cauda e pelagem fofas, usado como auxiliar em certas caçadas para fazer sair os coelhos das tocas e, mais recentemente, como animal de estimação....


    fusa | n. f.

    Nota que vale metade de uma semicolcheia ou duas semifusas....


    garganta | n. f.

    Parte situada entre o esófago e a boca....


    mau | adj. | n. m. | interj.

    De qualidade fraca ou insuficiente (ex.: mau texto)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.