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    vacilarmos-vos

    firme | adj. 2 g. | n. m.

    Que não se move; fixo....


    atar | v. tr. | v. pron.

    Apertar e dar nó em....


    bambalear | v. intr. | v. pron.

    Não estar firme ou quieto....


    bobear | v. intr.

    Portar-se como bobo....


    flutuar | v. intr.

    Ir (um corpo) boiando ao sabor das ondas ou da corrente....


    hesitar | v. intr.

    Ter falta de decisão....


    impostar | v. tr.

    Fixar o tom nas cordas vocais, para que a voz saia na sua plenitude, sem tremores ou vacilações....


    nutar | v. intr.

    Mover-se balanceando....


    oscilar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. | v. intr.

    Mover ou mover-se de um lado para outro....


    titubar | v. intr.

    Não conseguir andar bem ou manter-se em pé....


    titubear | v. intr. | v. tr. e intr.

    Não conseguir andar bem ou manter-se em pé....


    tremular | v. intr. | v. tr.

    Agitar-se ao vento....


    trepidar | v. intr.

    Tremer com medo; ter medo....


    vacilar | v. intr. | v. tr.

    Mover-se por não estar firme ou seguro....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?