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    upas

    opa | interj.

    Expressão usada para exprimir espanto ou admiração....


    opa | n. f.

    Capa sem mangas, mas com aberturas para enfiar os braços, usada geralmente por confrarias religiosas em cerimónias....


    upas | n. m. 2 núm.

    Nome dado a diversos vegetais de que os indígenas de Java extraem sucos com que ervam as flechas....


    upa | n. f. | interj.

    Salto que dá uma cavalgadura, arqueando o dorso....


    corcovo | n. m.

    Salto que dá uma cavalgadura, curvando o lombo....


    upar | v. intr. | v. tr. e intr.

    Saltar, uma cavalgadura, arqueando o dorso; dar upas (ex.: a égua upava)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?