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    transmitirmos

    condutível | adj. 2 g.

    Suscetível de ser conduzido ou transmitido....


    Que se recebe ou se transmite por herança....


    inalienável | adj. 2 g.

    Que não pode ser alienado ou transmitido a outrem....


    Que ocorre sem nenhum tipo de complemento (ex.: construção intransitiva; verbo intransitivo; esse uso intransitivo do verbo é bastante comum)....


    intransmissível | adj. 2 g.

    Que não se transmite; que não passa de uma a outra pessoa....


    pegadiço | adj.

    Que se cola ou pega facilmente....


    Transmitido simultaneamente pela radiodifusão e pela televisão....


    Que transmite ao longe a força, a potência....


    televisivo | adj.

    Relativo ou pertencente à televisão (ex.: canal televisivo; mercado televisivo)....


    unidirecional | adj. 2 g.

    Que só tem um sentido de deslocamento (ex.: ação unidirecional; comunicação unidirecional; válvula unidirecional)....


    transitivo | adj.

    Que seleciona ou aceita uma palavra ou conjunto de palavras como complemento direto, complemento indireto ou complemento oblíquo (ex.: verbo transitivo; entregou o relatório ao chefe e eu preciso do relatório são construções transitivas)....


    Relativo aos sentidos e ao movimento (ex.: défices sensitivo-motores)....


    Usa-se, em alusão aos corredores gregos que passavam o facho a outros em corridas de estafetas, para fazer referência aos que morrem depois de terem deixado descendência....


    culto | adj.

    Que se lavrou ou plantou....


    calor | n. m.

    Sensação produzida por temperatura elevada ou por agitação do corpo....


    charneira | n. f.

    Peça composta por duas partes que ligam ao mesmo eixo, permitindo movimento em portas, janelas, tampas, abas de mesa, etc....


    dengue | adj. 2 g. | n. f. | n. m.

    Presumido; afetado....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?