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    toques-mo

    aferente | adj. 2 g.

    Que conduz ou leva....


    contíguo | adj.

    Que se toca por um lado....


    enquanto | conj.

    Indica duração em simultaneidade; durante o tempo em que (ex.: enquanto estive em casa, o telefone não tocou)....


    Que enternece, que toca, que sensibiliza....


    fácil | adj. 2 g. | adv.

    Que não custa a fazer; que se obtém ou se consegue sem grande trabalho (ex.: é fácil montar esse móvel; há instrumentos musicais mais fáceis de tocar)....


    firmado | adj.

    Tornado firme, estável, apoiado....


    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    intangível | adj. 2 g.

    Que não pode ser tocado ou apalpado (ex.: bens intangíveis)....


    mediato | adj.

    Que não toca, não se aproxima ou não se executa diretamente (por haver outro de permeio)....


    marulhado | adj.

    Que sofreu a fúria das ondas....


    musicante | adj. 2 g.

    Que toca ou canta música....


    pulsátil | adj. 2 g.

    Que pulsa; que tem pulsação....


    tangível | adj. 2 g.

    Que pode ser tocado ou apalpado....


    tocado | adj.

    Em que se tocou....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?