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    tratavas-mos

    amecê | pron. pess. 2 g.

    Forma de tratamento informal que se dirige a pessoas que não são tratadas por tu e que obriga à concordância com o verbo na terceira pessoa....


    Que vem a propósito ou em relação a algo falado, pensado ou tratado (ex.: ele tem um humor sempre apropositado; observação apropositada)....


    Que tem pelos na axila (tratando-se de folhas vegetais)....


    convosco | pron. pess. 2 g.

    Com a(s) pessoa(s) a quem o emissor se dirige, num tratamento por "vós" ou por "vocês"....


    enícola | adj. 2 g.

    Diz-se do organismo que vive ou se cultiva no vinho....


    esmiuçado | adj.

    Dividido em bocadinhos; muito dividido....


    extraparlamentar | adj. 2 g.

    Que não pertence ao parlamento ou que acontece fora do parlamento (ex.: luta extraparlamentar; partido político extraparlamentar)....


    exaustivo | adj.

    Que trata por completo um tema (ex.: o autor fez o levantamento exaustivo dos prejuízos causados pela seca)....


    fedífrago | adj.

    Que quebra ou não cumpre um tratado ou uma aliança; que não executa um compromisso....


    Relativo à flebologia ou às veias (ex.: tratamento flebológico)....


    Que participa juntamente da feição heroica e da cómica....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?