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    tragasse-mas

    vo-lo | pron. pess.

    Contração dos pronomes vos e lo (ex.: eu já vo-lo trago)....


    tragável | adj. 2 g.

    Que se pode tragar....


    lambada | n. f.

    Pancada com a mão; paulada; sova; tunda....


    trajo | n. m.

    O mesmo que traje....


    tapinha | n. m. | n. f.

    Pancada suave dada com a mão....


    goleta | n. f.

    Quantidade de líquido que se engole de uma vez....


    golada | n. f.

    Grande quantidade de líquido que se engole de uma vez....


    antítrago | n. m.

    Saliência da parte inferior do pavilhão da orelha, acima do lóbulo e em posição oposta ao trago....


    chupadela | n. f.

    O que se chupa de uma vez....


    gole | n. m.

    Quantidade de líquido que se ingere de uma vez....


    tragada | n. f.

    Ato isolado de tragar (fumaça de cigarro ou bebida, particularmente alcoólica)....


    tragante | adj. 2 g. | n. m. pl.

    Que traga; que se traga....


    trago | n. m.

    Pequena saliência triangular do orifício externo do conduto auditivo....


    barrufada | n. f.

    Trago em cigarro de haxixe ou marijuana....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?