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    tosquiastes

    intonso | adj.

    Que não foi tosquiado....


    agnelino | adj.

    Relativo a agnelo ou a cordeiro pequeno....


    chamorro | adj. | n. m.

    Que se tosou ou tosquiou; tosado, tosquiado....


    lã | n. f.

    Pelo do carneiro e de outros animais....


    tronco | n. m. | adj.

    Parte da árvore compreendida entre a raiz e os primeiros ramos ou pernadas....


    anequim | n. m.

    Tosquia de ovelhas paga a tanto por cabeça....


    esquila | n. f.

    O mesmo que cebola-albarrã....


    tendal | n. m.

    Tolda fixa sobre a primeira coberta do navio....


    tosa | n. f.

    Operação de tosar a lã ou aparar-lhe a felpa....


    tosquia | n. f.

    Ato ou efeito de tosquiar....


    tosquiador | adj. n. m.

    Que ou aquele que tosquia....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?