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    tina-to

    banheiro | n. m.

    O que proporciona banhos ou acompanha os banhistas no banho....


    talha | n. f.

    Vasilha, geralmente de barro, de boca estreita e de grande bojo, em que se guarda azeite, vinho, cereais, etc....


    tina | n. f.

    Vasilha de aduela ou de metal em forma de pipa serrada pelo meio....


    tinada | n. f.

    Tina cheia, líquido que a tina contém....


    tinalhada | n. f.

    Tina, dorna ou cuba para vinho....


    tinido | n. m.

    Ato ou efeito de tinir....


    tinote | n. m.

    Pequena tina....


    cuvete | n. f.

    Recipiente com divisórias que servem de forma para o gelo....


    matina | n. f. | n. f. pl.

    Primeira claridade da manhã; começo do dia....


    clangor | n. m.

    Som de trombeta....


    parol | n. m.

    Tina onde se junta o sumo da cana (nos engenhos de açúcar)....


    semicúpio | n. m.

    Banho em que o corpo se submerge até à cintura....


    tanque | n. m.

    Reservatório para água....


    balsa | n. f.

    Tina grande onde a uva é pisada ou onde o mosto fica a fermentar....


    balseira | n. f.

    Tina grande onde a uva é pisada ou onde o mosto fica a fermentar....


    trape-zape | n. m.

    Voz onomatopaica para designar o som de golpes ou o tinir de espadas....


    tino | n. m.

    Vaso em forma de pipa cortada pelo meio....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.