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    temestes

    destemido | adj.

    Que não tem medo, que não teme....


    exaustivo | adj.

    Que trata por completo um tema (ex.: o autor fez o levantamento exaustivo dos prejuízos causados pela seca)....


    metuendo | adj.

    Que mete medo (ex.: escuridão metuenda)....


    portanto | conj.

    Logo; por consequência; por isso; em vista disso....


    temido | adj.

    Que infunde medo....


    temível | adj. 2 g.

    Que se deve temer, que é para temer....


    timorato | adj.

    Que teme errar, que receia ofender, que não se atreve a atuar ou a executar....


    respeitado | adj.

    Que se respeitou ou respeita....


    Que contém ou é relativo a um só tema....


    dessoutro | contr.

    Contração da preposição de e do pronome demonstrativo essoutro (ex.: esse é um tema dessoutro livro de que você falou)....


    Expressão citada por Cícero; pode servir de divisa aos soberanos autoritários e desconfiados....


    referendável | adj. 2 g.

    Que se pode referendar ou submeter a referendo (ex.: questão referendável; tema referendável)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?