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    TELECOMANDAS-MOS

    Que é controlado remotamente, à distância....


    teleguiado | adj.

    Que é guiado à distância....


    comando | n. m. | n. m. pl.

    Ação ou efeito de comandar....


    Caso particular do telecomando, onde aquele se aplica ao comando à distância dos movimentos de um engenho dotado de autonomia cinética....


    Sustentação à distância de um veículo espacial por meio de ligações de telemedida ou de telecomando....


    controlo | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....


    controle | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....


    drone | n. m.

    Pequeno avião não tripulado, telecomandado ou programado, geralmente usado em missões de reconhecimento....


    zapping | n. m.

    Prática do telespetador que muda frequentemente de canal por meio do telecomando....


    teledirigir | v. tr.

    Dirigir ou pilotar à distância (ex.: o técnico teledirigia o robô com precisão)....


    teleguiar | v. tr.

    Conduzir ou pilotar à distância....


    zapear | v. tr. e intr.

    Mudar consecutivamente de canal de televisão com o telecomando; fazer zapping....


    zapar | v. tr. e intr.

    Mudar consecutivamente de canal de televisão com o telecomando; fazer zapping....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?