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    tascasse-tos

    bangalé | n. m.

    Festança campestre....


    bouceira | n. f.

    Estopa grosseira que se tira do linho....


    propina | n. f.

    Gorjeta, gratificação....


    taberna | n. f.

    Loja onde se vende vinho a retalho....


    frege | n. m.

    Estabelecimento modesto, popular e geralmente pouco asseado, que vende bebidas e refeições....


    bodega | n. f.

    Taberna suja....


    tasca | n. f.

    Ato ou efeito de tascar (o linho)....


    tascante | adj. 2 g. | n. m.

    Que tasca....


    tasco | n. m.

    Estopa grossa que se separa do linho com a espadela....


    tasqueiro | n. m. | adj.

    Indivíduo que é proprietário ou empregado de uma tasca....


    tasquinha | n. f. | n. 2 g.

    Utensílio plano de madeira para bater o linho e limpá-lo dos tascos ou partes fibrosas....


    tomento | n. m.

    Parte fibrosa e áspera do linho; estopa grossa....


    locanda | n. f.

    Pequena mercearia....


    tascar | v. tr.

    Tirar o tasco a (o linho)....


    tasquinhar | v. tr. e intr.

    Separar, com tasquinha ou espadela, o tasco do linho....


    bonzão | adj. | adj. n. m.

    Que é muito bom (ex.: é uma tasca com comida boazona)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.