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    tapetas-mas

    comprido | adj.

    Mais longo que o preciso, o natural, ou o ordinário....


    almocela | n. f.

    Tapete para ajoelhar, nas rezas muçulmanas....


    almofala | n. f.

    Campo, arraial em que se reside algum tempo....


    comprimento | n. m.

    Extensão entre duas extremidades (no sentido longitudinal)....


    cherva | n. f.

    Espécie de cânhamo para tapetes....


    linóleo | n. m.

    Tecido impermeável feito de uma base de juta a que se aplica óleo de linhaça, cortiça em pó e resina....


    tatâmi | n. m.

    Tecido de palha entrelaçada, usado como tapete ou revestimento....


    colgadura | n. f.

    Tapete, colcha, etc., que se pendura nas paredes ou janelas, para as cobrir e ornar....


    esteira | n. f.

    Tecido grosseiro de esparto, junco, palha, tabuinhas, etc....


    moqueta | n. f.

    Tecido de lã para estofos, tapetes, etc....


    esteirame | n. m.

    Conjunto de esteiras ou tapetes....


    alcatifa | n. f.

    Tapete grande para o chão....


    alfombra | n. f.

    Tapete para forrar sobrados ou escadas....


    estrágulo | n. m.

    Tapeçaria; colgadura; tapete; colcha....


    tapeceiro | n. m.

    Fabricante ou vendedor de tapetes....


    tapeteiro | n. m.

    Fabricante ou vendedor de tapetes....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.