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    sortíeis-to

    sorteado | adj.

    Designado por sorte....


    excursão | n. f.

    Viagem ou digressão de estudo, de recreio....


    arrojado | adj. | n. m.

    Que se arremessou ou arrojou....


    sorte | n. f. | n. f. pl.

    Combinação de circunstâncias ou de acontecimentos que influem de um modo inelutável....


    sortimento | n. m.

    Ato ou efeito de sortir-se....


    montar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Colocar-se a cavalo sobre (ex.: montar uma cavalgadura)....


    sortear | v. tr.

    Determinar ou escolher por sortes....


    sortir | v. tr. | v. pron.

    Munir do que é necessário....


    surtir | v. tr. | v. intr.

    Ter como resultado (ex.: surtir efeito)....


    futrica | n. f. | n. m.

    Tenda de negócio insignificante....


    sortido | adj. | n. m.

    Que foi sortido ou abastecido do necessário....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?