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    Simuladas

    ficto | adj.

    Que se fingiu ou simulou....


    virtual | adj. 2 g.

    Que existe potencialmente e não em ação....


    batalha | n. f.

    Ação geral de guerra, entre dois exércitos ou duas esquadras....


    paco | n. m.

    Dose de droga (entre vendedores e viciados)....


    troia | n. f.

    Jogo antigo, simulando um combate, que hoje é chamado jogo das canas....


    minicozinha | n. f.

    Cozinha pequena, geralmente instalada na sala ou no quarto de um apartamento....


    blefe | n. m.

    Jogo de cartas que pretende impressionar e iludir o adversário, levando-o à desistência....


    tanatose | n. f.

    Estratégia de alguns animais que consiste em simular a morte, geralmente para enganar um predador ou uma presa....


    finta | n. f.

    Movimento que se faz para enganar o adversário ou esquivar-se a ele, geralmente fingindo avançar por um lado, para seguir pelo outro....


    assalto | n. m.

    Ato ou efeito de assaltar....


    botão | n. m. | n. m. pl.

    Peça que enfia nas casas da roupa....


    efeito | n. m.

    O que resulta de uma causa (ex.: efeitos colaterais)....


    aparte | n. m.

    O que um ator diz simulando falar consigo ou como se só fosse ouvido pelo público....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?