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    sentenceio-ma

    julgado | n. m.

    Território em que um juiz tem jurisdição....


    auto-de-fé | n. m.

    Solenidade pública inquisitorial em que se aplicavam as penas aos sentenciados....


    sentenciado | adj. n. m.

    Que ou o que é condenado por sentença....


    arbitrar | v. tr.

    Decidir por arbitragem....


    condenar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Declarar ou declarar-se como culpado....


    decidir | v. tr. e intr. | v. pron.

    Determinar, resolver....


    sentenciar | v. tr. | v. intr.

    Decidir por meio de sentença....


    rei | n. m. | adj. m. | n. m. pl.

    Título de nobreza mais alto de um reino....


    reabilitar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Restituir direitos e prerrogativas (que se tinham perdido por sentença judicial)....


    julgar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Proceder ao exame da causa de....


    cadafalso | n. m.

    Estrado alto para execução de sentenciados....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?