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    sentando-se-tos

    aterrado | adj.

    Que se aterrou ou assustou....


    atordoado | adj.

    Que perdeu os sentidos, em resultado de pancadas, quedas ou comoção....


    Que não está contraído; que não apresenta rigidez muscular....


    doído | adj.

    Que sente dor....


    Que é muito sensível ao calor ou que sente muito calor; que se encalma facilmente....


    estonteado | adj.

    Que sente perturbação temporária dos sentidos ou da razão....


    feliz | adj. 2 g.

    Que tem ou revela felicidade, contentamento....


    filiforme | adj. 2 g.

    Delgado como um fio (ex.: pena filiforme)....


    impassível | adj. 2 g.

    Que não sente dor ou sofrimento....


    ledo | adj.

    Que denota, sente ou contém alegria, contentamento, júbilo....


    malquisto | adj.

    A que não se quer bem; por quem se sente antipatia....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?