Pesquisa nas Definições por:

    sustinhas-mas

    escorado | adj.

    Seguro ou sustido por escoras....


    arreto | n. m.

    Ato de arretar....


    compressão | n. f.

    Pressão que faz diminuir o volume de um objeto....


    escangalho | n. m.

    Ruína, desordem, confusão....


    escora | n. f.

    Trave ou peça de ferro que ampara ou sustém....


    ostaga | n. f.

    Cabo que sustém a verga da gávea ao longo do mastro....


    pálio | n. m.

    Capa, manto....


    repuxo | n. m.

    Ação ou efeito de repuxar....


    sobeira | n. f.

    Segunda ordem de telhas debaixo da beira do telhado para suster as telhas da ordem superior....


    estanteirola | n. f.

    Coluna de madeira no início da coxia que, nas galeras, sustinha o tendal....


    cofragem | n. f.

    Estrutura, em madeira ou metal, instalada para evitar desmoronamentos em poços, trincheiras, etc....


    crucífero | adj. | n. m.

    Que sustém uma cruz....


    garrote | n. m.

    Arrocho com que se apertava a corda do supliciado....


    pessário | n. m.

    Dispositivo que se introduz na vagina para suster o útero descido ou para impedir a entrada dos espermatozoides no útero....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.