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    suspiravam-no

    suspirado | adj.

    Que se deseja ardentemente....


    escabiosa | n. f.

    Planta (Scabiosa atropurpurea) da família das dipsacáceas....


    suspiro | n. m.

    Respiração anelante causada por dor ou paixão que move o ânimo....


    queixume | n. m.

    Ato de exprimir dor ou de sofrimento....


    saudade | n. f. | n. f. pl.

    Lembrança grata de pessoa ausente, de um momento passado, ou de alguma coisa de que alguém se vê privado....


    soluço | n. m.

    Contração espasmódica do diafragma acompanhada de um ruído particular, produzido pela passagem do ar na glote....


    singulto | n. m.

    Contração espasmódica do diafragma acompanhada de um ruído particular, produzido pela passagem do ar na glote....


    derranco | n. m.

    Ato ou efeito de derrancar ou de se derrancar....


    sopro | n. m. | n. m. pl.

    Leve agitação do ar....


    aiar | v. intr.

    Emitir ais ou gemidos....


    espichar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Fazer uma enfiada de peixes (ex.: espichar petingas)....


    estrebuchar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e intr.

    Agitar os braços, as pernas e a cabeça, convulsivamente (ex.: estrebuchar os braços; estrebuchou até ao último suspiro; estrebuchar-se no chão)....


    suspirar | v. intr. | v. tr.

    Lamentar-se gemendo....


    profundo | adj. | n. m. | adv.

    Cujo fundo está distante da superfície, da entrada ou da frente (ex.: águas profundas; mar profundo)....


    pipo | n. m.

    Recipiente de madeira de forma cilíndrica, geralmente de capacidade moderada, feito de aduelas ou tábuas encurvadas unidas e apertadas por aros, destinado a guardar ou transportar vinho e outras bebidas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?